quarta-feira, março 25, 2009

Leituras

"O Outro" de Rui Albuquerque, via O Insurgente.

"Socialismo" de Rui Albuquerque, via O Insurgente.



PS: Nélson, as duas primeiras falam um pouco sobre as questões de princípios que referi num comentário. Dá uma olhada, se fazes favor.

Ainda há esperança

Com os Gato Fedorento de férias, o fim do Programa do Aleixo, e o Inimigo Público reduzido a meia dúzia de páginas à quinta-feira, comecei a recear pela degradação do humor nacional. Mas não temam! O Bloco está a produzir material de altíssima qualidade humorística. Os empresários, esses diabinhos de fato e gravata, andam sempre a querer tramar o pessoal. Este, sobre o Américo Amorim (um tipo que é conhecido por praticamente nunca despedido, em massa, nas suas empresas), está bastante rebuscado. É claro que, com "rebuscado", quero dizer "mentiroso". A história do monopólio é treta. O mercado da cortiça, em Portugal, é constituída, maioritariamente, por pequenas empresas. Mas isso não interessa para nada ao BE. Nem que 200 trabalhadores seja uma ninharia, comparativamente ao universo de trabalhadores da empresa. 200 deve ser o número de trabalhadores que contratam por trimestre. Mas contratações não dão notícias nem votos. Só os despedimentos. Haja pachorra.

segunda-feira, março 16, 2009

Esta doeu

"Portugal tem sido ultrapassado por muitos países de Leste cuja juventude leu Mises e Hayek, em vez de Marx, Lenine e Mao."

Esta frase deve estar a queimar muitas orelhas por aí. Ainda assim, antigamente, liam as obras. Hoje é mais ideologia versão t-shirt do Che Guevara.

sexta-feira, março 13, 2009

Temos birra

Aparentemente, nos países de cultura católica (não sei o que se passa nos outros, visto que nunca morei num país de cultura protestante, ao contrário de outros senhores), a sabedoria dos anciãos é inquestionável, principalmente se a Verdade que a que têm acesso é de origem divina. Vou buscar uma citação que tenho num post antigo: «Nem Hegel ou Nietzsche são porventura autoridades cujas posições ou opiniões possam ser consideradas matéria de facto. Ou mesmo Santo Agostinho. Uma coisa péssima da Igreja, e essa sim ainda tem alguns vestígios inconvenientes na academia portuguesa e nessa medida influencia a nossa cultura, é esse provincianismo patético de considerar que uma ideia vale mais consoante quem a profere e não pelos seus méritos. Isso é patético.»
Ainda assim, o post da birra está bastante bom e recomenda-se. Fez-se luz para aqueles lados.

quinta-feira, março 12, 2009

A crise de meia-idade chega a todos

Tenho acompanhado, desde há algum tempo, o blogue Portugal Contemporâneo, principalmente os posts sobre Economia do Pedro Arroja. Ora, é aqui que a porca torce o rabo. O Pedro Arroja quando começa a divagar, sobre Cultura e Sociologia, entra no ramo da Comédia. A princípio pensei que estivesse no gozo. Não está e isso é que é grave. Desde estes posts sobre violência em cultura protestante versus cultura católica até às críticas a Hume, passando por alguns pareceres curiosos sobre o julgamento das mulheres, é caso para dizer que algo não vai bem naquela cabeça. Nota-se que há um esforço para conseguir provar algo, chegar a alguma finalidade. Não consigo é perceber o quê. Pode-se apelidar isto de Síndrome João César das Neves: muito lúcido nuns assuntos, completamente absurdo noutros.

quarta-feira, março 11, 2009

Crise do Crédito

Está aqui uma explicação bastante bem dada sobre a crise do crédito imobiliário. Podiam ter referido que antes disto houve a subida das matérias-primas e o choque petrolífero a animar as hostes, mas assim está suficientemente bom. Muitas aulas deixariam de ser aborrecidas se os professores se dessem ao trabalho de fazer apresentações destas. Vale a pena ver.



The Crisis of Credit Visualized from Jonathan Jarvis on Vimeo.

segunda-feira, março 09, 2009

Antigamente é que era

Juntar dois dos melhores artistas que já passaram pelo terceiro calhau a contar do Sol só podia dar nisto:






Genial.

terça-feira, março 03, 2009

Carnaval



Quem disse que não se deve voltar a um sítio onde já fomos felizes, não conhece, definitivamente, a Nazaré.