Se me querem destruir, têm de o fazer num esforço contínuo e amplo. Enquanto houver parte de mim que respire, voltarei. Não tão forte, mas voltarei. Talvez, quem sabe, triunfante. Continuem a bater, continuem a destruir, continuem a pressionar. Venham. Todos. Agora. Estou à espera. E não descanso enquanto não chegarem...
Cidades: direito a construir e liberdade de mudar
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A transcrição completa do meu texto de hoje na coluna da Oficina da
Liberdade no Observador: Cidades: direito a construir e liberdade de mudar
Devem os pod...
Há 1 dia