Angry Video Game Nerd:
domingo, novembro 04, 2007
Mudam-se os tempos, mudam-se os gostos
Angry Video Game Nerd:
segunda-feira, outubro 29, 2007
Quase Novembro
Em dias destes
Poemas de Amor
A torto e a direito
Num parapeito
Sem saber onde
Nem saber a quem.
quinta-feira, outubro 25, 2007
Reorganização
quarta-feira, outubro 10, 2007
À Espera...
sábado, outubro 06, 2007
Freguês (À Vontade Do)

A preço de esmola.Quatro dias. Às cores. Muito perto de nós.
quarta-feira, outubro 03, 2007
Cheiro no Ar
sábado, setembro 29, 2007
Desculpe?
segunda-feira, setembro 24, 2007
sexta-feira, agosto 24, 2007
TV Land
Hoje, num momento de inactividade cerebral, sintonizei a TVI no aparelho maldito. Apercebi-me, com bastante agrado, que a vertente educadora continua na mó de cima depois de, na série juvenil “Morangos com Açúcar”, demonstrarem que uma catraia consegue amealhar mais fundos para uma causa, em biquini, do que vestida. A pedagogia ao serviço do público.
Do Estado Novo e dos Salazaristas I
"O nacionalismo cura-se viajando."
Pío Baroja
quinta-feira, agosto 16, 2007
Raciocinar não custa assim tanto
Entrevistado: Manuel Pinto Coelho, Médico, Presidente da Associação para um Portugal Livre de Drogas
O presidente do Instituto da Droga e Toxicodependência afirmou não ter objecções à legalização da marijuana para fins terapêuticos. Quer comentar?
O dr. João Goulão vai contra as intenções das Nações Unidas e dos países que assinaram as convenções em que se defende para não se ir por aí. A introdução do tratamento com marijuana é um cavalo de Tróia para que esta seja aceite como droga.
Um meio para chegar ao fim?
É uma táctica. Quem se bate pela terapêutica da "cannabis" é quem a pretende legalizada. Novos dados mostram que a percentagem de tetrahidrocanabinol (THC) na marijuana aumentou de 3 para 20 por cento. Estima-se que em 2010 um terço dos doentes com esquizofrenia o sejam devido à marijuana que o dr. João Goulão defende.
A marijuana pode ou não ser útil no tratamento de várias doenças?
Pode ser usada, mas há outras substâncias que também o podem ser. O princípio activo da marijuana, o THC, é comercializado em vários países, mas não em Portugal. Fumar um charro para tratar estas doenças é a mesma coisa que um doente com uma infecção comer um pão com bolor em vez de procurar um antibiótico.
Como se controla o consumo?
Portugal tem uma taxa de abandono escolar de 40 por cento. Não tenho dúvidas de que a marijuana tem um papel nisso: dois terços da população escolar consomem este tipo de substâncias.
Na mesma linha da entrevista feita ao ministro da Saúde, vemos mais um caso típico da argumentação "porque sim". A última resposta é qualquer coisa de extraordinário. Não só responde a alhos com bugalhos como utiliza uma ligação lógica duvidosa. Não será mais coerente pensar que o abandono escolar existe porque os métodos de ensino e pessoas envolventes no processo (consciência dos pais, pessoal docente, condições dos estabelecimentos de ensino) serem péssimos? Viva a demagogia.
segunda-feira, agosto 13, 2007
quarta-feira, agosto 08, 2007
Tanto trabalho para nada...
Então como se pode resolver o problema?Devo ter tido uns sonhos estranhos em que o professor nos dizia que os monopólios eram bons apenas para quem os controlava... Bem, neste caso vamos ter cuidado se formos atendidos por um médico com sotaque estranho. Se for uruguaio, ou somos muito bem atendidos, como garante o ministro, ou estamos tramados...
Havendo mais médicos nos primeiros anos de Medicina. Neste momento há 1350 que entram nas faculdades por ano. A minha meta e a do senhor ministro da Ciência é chegar a 2000. Mas vamos ter que procurar outra solução neste período de transição, porque estamos com medo da crise demográfica dos médicos em 2012/2013. Provavelmente vamos ter que os ir buscar ao estrangeiro. Estamos em negociações para arranjar médicos para as VMER.
Com quem?
Com o Uruguai.
Uruguai? Porquê?
O Uruguai é a Suíça da América do Sul, tem uma única escola médica, o que garante qualidade, uma ministra da Saúde sensível ao problema, médicos em excesso. Ao mesmo tempo, iremos formar para o Uruguai médicos de alta diferenciação, através de um protocolo entre os dois governos.
terça-feira, julho 31, 2007
Férias
quinta-feira, julho 26, 2007
O Aprendiz de Feiticeiro
A pergunta, em si, é pertinente, porque as histórias, principalmente as são orientadas cronologicamente, ou seja, têm início numa data e terminam linearmente numa data posterior, são fortemente condicionadas e definidas pelo desfecho, uma espécie de "moral". Uns, movidos pela ideia do livro infanto-juvenil, acreditam que o Bem triunfará sobre o Mal e o vilão acaba por ser fortemente sovado, os protagonistas casam-se, têm dezenas de filhos e vivem felizes para sempre num paraíso cheio de borboletas. Outros, mais acautelados pelos "assassinatos" protagonizados pela autora em relação a algumas personagens de relevo, apontam a morte do jovem feiticeiro e da risada final do Lord Voldemort.
Na minha opinião, nem uma nem outra são, de todo, interessantes. A primeira hipótese peca pela banalidade, afinal de contas, praticamente todas as histórias acabam mais ou menos desta forma. Extremamente aborrecido. A segunda é ligeiramente mais incomum, mas já toda a gente está à espera deste desfecho. Sendo apologista de finais surpreendentes acho que o melhor final possível seria a que o Harry matava Lord Voldemort e tomava o seu lugar do "lado negro da Força". A profecia era cumprida, as criancinhas e os pais pela decência ficavam escandalizados, era inovador e lançava o debate entre as propensões pessoais para o Bem ou para o Mal. Vejamos se há coragem para tal...
domingo, julho 15, 2007
Neuro Negócios
Ao fim de uma hora, tomei consciência de uma verdadeira Força da Natureza: o poderio das mulheres num bar/discoteca. As mulheres têm um atributo engraçado. Na verdade têm vários, mas este post é só sobre um deles: o neurónio das músicas chungosas. Milhões de pais passam mais de uma década a educar as suas filhas para, recém chegadas a um discoteca, deitar todo esse esforço árduo por terra. Já vi raparigas extremamente cultas ceder à tentação do género musical "Chupadas-Mix", como eu lhe chamo ou, comummente designadas por "Música de Carrinhos de Choque" (criança não paga mas também não anda). É uma verdadeira praga! E das contagiosas!
O que se sucede explico de seguida: os homens presentes acham que, se também gostarem do degredo, também fazem parte da malta. E como é que se gosta de musica daquela sem estar apetrechado com o famoso neurónio? Bebendo até enfraquecer os sentidos e a razão. Decorrido algum tempo após a ingestão de grandes quantidades, o barulho até parece ser engraçado e os tipos ficam irrequietos e acompanham as meninas nas danças. Chegam ao cúmulo de acharem boa ideia fazer coreografias sincronizadas, despoletando um clima de parvalheira colectivo.
As mulheres cedem ao som e os homens bebem para sucumbir aos gostos delas. Um ciclo vicioso de dinheiro e corrupção.
Não há ninguém que tome medidas. Ficamos entregues à bicharada, só porque Deus resolveu fazer as mulheres assim. Talvez os tipos que fizeram as T-Shirts "God is a DJ" não andem enganados de todo. Às tantas, também é dono de um bar...
quarta-feira, julho 11, 2007
Quartas-Feiras V

Paranoid Android
Please could you stop the noise, I'm trying get some rest
From all the unborn chicken voices in my head
What's this...? (I may be paranoid, but not an android)
What's this...? (I may be paranoid, but not an android)
When I am king, you will be first against the wall
With your opinion which is of no consequence at all
What's this...? (I may be paranoid, but no android)
What's this...? (I may be paranoid, but no android)
Ambition makes you look pretty ugly
Kicking and squealing gucci little piggy
You don't remember
You don't remember
Why don't you remember my name?
Off with his head, man
Off with his head, man
Why don't you remember my name?
I guess he does...
Rain down, rain down
Come on rain down on me
From a great height
From a great height... height...
Rain down, rain down
Come on rain down on me
From a great height
From a great height... height...
Rain down, rain down
Come on rain down on me
That's it sir
You're leaving
The crackle of pigskin
The dust and the screaming
The yuppies networking
The panic, the vomit
The panic, the vomit
God loves his children, God loves his children, yeah!
Radiohead
OK Computer
Clique Aqui e Ali e Acolá
Agradecemos a todos os leitores a preferência e desejamos que tenham uma vida produtiva e consistente segundo a moral e os bons costumes. Sejam felizes e vão morrer longe.
terça-feira, julho 10, 2007
Showbiz
Assisti, incrédulo, a algumas passagens televisivas dos eventos que decorreram no passado sábado. Refiro-me, como é claro, ao Live Earth e à eleição das novas 7 Maravilhas do Mundo. Dificilmente me conseguirei lembrar de dois directos tão foleiros como aqueles. Viu-se de tudo, uma mistura intragável de "paleio" politicamente correcto, parolice, programa da manhã, intervenções ridículas e Catarina Furtado. É dose. Ia esquecendo-me da pior interpretação de sempre do clássico "What a Wonderful World" do Louis Armstrong. O homem deve estar às cambalhotas na campa.
Mas, devo salientar que o que mais me enervou foram as declarações de um "guru" da música portuguesa, mais concretamente aquele grande senhor que se autodenomina "Karkov".
O senhor Karkov, vocalista dos Blasted Mecanism, apresentou o seu ponto de vista do costume: o Homem tem de deixar de ser tão mesquinho em relação ao dinheiro e viver em maior sintonia com a Natureza. Um Homem Metafísico, diz ele. Qual é o problema aqui? Filosofias "pseudo-zen" (um adjectivo da minha autoria) é o que não falta, hoje em dia. Escabroso é o facto de, há uns dois meses, estes meninos terem feito um contrato qualquer com a Vodafone, uma multinacional cheia de graveto, chegando até a entrar num spot televisivo. É a verdadeira doutrina do "Cravo & Ferradura". Diz-se uma coisa e faz-se outra. Isto não é uma crítica aos músicos que querem ganhar a vida. É mesmo contra a hipocrisia.
